O vereador Izídio de Brito Correia (PT) está questionando as obras e investimentos realizados pela Prefeitura para a despoluição e desassoreamento do Rio Sorocaba, visando solução para as enchentes instauradas em diversos pontos da cidade.
O Jornal do Município de 17 de dezembro de 2004 divulgou que as intervenções realizadas na época tiveram “a importância no aporte de R$ 28 milhões para a ETE S-1 - Programa de Despoluição do rio Sorocaba - que está estimada em R$ 120 milhões, divididos em verbas federais, recursos próprios da administração municipal e outros”. No mesmo veículo, na publicação de 07 de janeiro de 2005, sob o título “Intervenções preventivas contribuem para minimizar os ricos de enchentes”, o Jornal ressaltou que “os serviços de desassoreamento do rio Sorocaba tem contribuído para a manutenção da calha do rio e, consequentemente, diminuindo as possibilidades de enchentes em períodos de chuvas intensas, como no momento, se constituindo num importante trabalho preventivo”.
Tendo em vista as afirmações feitas nas duas publicações do Jornal do Município é que, por meio de requerimento protocolado nesta quinta-feira (21), o vereador petista pede informações sobre o montante investido para a execução da despoluição do Rio Sorocaba, o cronograma de obras e qual etapa está sendo cumprida pelo Poder Público. O que vem sendo feito para o desassoreamento do Rio Sorocaba e o valor investido para isso, também foi questionado pelo vereador.
Para Izídio, as obras, investimentos, intervenções, financiamentos, recursos federais e da própria administração municipal, não geraram resultados efetivos e “sim bairros ilhados e a marginal fechada”. “Por isso, também solicitei cópias dos convênios e contratos de execução celebrados entre a Prefeitura e o Governo federal, SAAE, Caixa Econômica Federal e todos os demais envolvidos no Programa de despoluição e desassoreamento do rio Sorocaba, para fiscalizarmos o que realmente foi feito”, conta.
Ainda em seu requerimento, Izidio ressalta que, na Peça Orçamentária de 2010, constam obras de contenção das enchentes na Praça Lions, como se apenas aquele ponto crítico alaga nesta época de chuva. “Sorocaba inteira está um caos e temos que levar isso em consideração. Precisamos fazer uma reforma urbana que leve em consideração diversos problemas da cidade, inclusive, as chuvas”, afirma.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Boca de lobo não causará mais transtorno na Vila Romão
A limpeza foi realizada após solicitação do vereador Izídio de Brito Correia (PT), por meio de ofício direcionado SAAE
Moradores da Rua Santina V. Barbeta, da Vila João Romão não terão mais suas casas invadidas pela água da chuva. Isso é o que garante resposta dada pelo Diretor Geral do SAAE - Serviço Autônomo de Água e Esgoto, Geraldo Caiuby, ao ofício protocolado pelo vereador Izídio de Brito Correia (PT), no último dia 06.No documento, o vereador petista solicitou que a boca de lobo localizada na via pública fosse limpa com urgência, pois, segundo moradores que o procuraram, a grande quantidade de sujeira e entulho encontrada dentro dela era a causadora do impedimento da vazão da água e, consequentemente, da invasão por águas da chuva nas residências daquela rua. O SAAE informou, em sua resposta protocolada nesta terça-feira (19), que os serviços de limpeza da boca de lobo já foram executados.
Para Izídio, a Prefeitura deveria investir mais nesse tipo de manutenção, principalmente nessa época do ano, onde o período de chuva é intenso e anda provocando inundações em diversos pontos da cidade. “Muitos sorocabanos estão perdendo tudo o que levaram uma vida inteira para conquistar. Precisamos buscar meios alternativos para que possamos, se não sanarmos, ao menos, amenizarmos a situação e acredito que a limpeza de bocas de lobo seja uma boa opção”, acredita.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Vereador questiona vistoria para cobrança do IPTU e atendimento a munícipes descontentes
Segundo Izídio de Brito (PT), muitos contribuintes alegam que imóveis não foram vistoriados
O vereador Izídio de Brito (PT) está questionando os critérios adotados pela Prefeitura para a realização do recadastramento imobiliário e falhas no atendimento de pessoas prejudicadas. O Jornal do Município, de 31 de dezembro de 2009, publicou notificações a mais 30 mil contribuintes sobre alteração cadastral dos imóveis em razão da vistoria.
O vereador protocolou requerimento em que pede informações sobre a forma como as vistorias foram realizadas; se foram efetuadas por servidores da Prefeitura ou empresa contratada, de modo presencial ou através de foto.
“Alguns munícipes alegam não ter havido qualquer tipo de vistoria mencionada na Imprensa Oficial e na própria ‘notificação’ recebida em suas residências, o que causa estranheza aos mesmos, inclusive a este vereador”, afirma Izídio de Brito.
Na terça-feira, 12, grande parte dos notificados procurou a Central da Dívida Ativa da Prefeitura para reclamar de alterações nos valores do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) causadas pela ampliação da metragem dos imóveis após a vistoria.
Uma fila extensa se formou logo pela manhã em frente ao prédio e muitos contribuintes reclamaram do atendimento e da falta de estrutura da central. Em seu requerimento, o vereador destaca “que era notório que haveria presença maciça de munícipes notificados que não concordariam com a atual metragem de suas edificações”.
Izídio de Brito pede informações sobre a estrutura do escritório da Central da Dívida Ativa e se há quadro de pessoal para atender o grande volume de reclamações dentro do prazo estipulado, que termina com o vencimento da 1ª parcela do imposto, prevista para o mês de março. Para encerrar, o parlamentar questiona o procedimento adotado com os reclamantes e os valores lançados nos carnês.
AI Câmara Municipal de Sorocaba
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Brasil poderá acabar com 'pobreza extrema' em 2016, diz Ipea
Ipea projetou continuidade de ritmo de redução de pobreza e desigualdade.Manter crescimento econômico e baixa inflação é desafio, aponta instituto.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta em estudo divulgado nesta terça-feira (12) que o Brasil poderá acabar com a “pobreza extrema” até 2016.
Segundo o documento, o país tem a chance de "praticamente superar" o problema e de melhorar seu índice de desigualdade de renda, atingindo níveis próximos aos de países desenvolvidos.
A estimativa foi feita com base no desempenho brasileiro alcançado recentemente na redução desses indicadores. Para que a projeção se concretize, segundo o Ipea, é preciso que o ritmo de diminuição da pobreza e desigualdade dos últimos cinco anos seja mantido.
Segundo o documento, o país tem a chance de "praticamente superar" o problema e de melhorar seu índice de desigualdade de renda, atingindo níveis próximos aos de países desenvolvidos.
A estimativa foi feita com base no desempenho brasileiro alcançado recentemente na redução desses indicadores. Para que a projeção se concretize, segundo o Ipea, é preciso que o ritmo de diminuição da pobreza e desigualdade dos últimos cinco anos seja mantido.
Pobreza extrema e pobreza absoluta
De acordo com o instituto, o conceito de pobreza extrema é caracterizado pela população com renda per capita de até um quarto de salário mínimo. Entre 1995 e 2008, a queda média anual na taxa nacional de pobreza extrema foi de 0,8% ao ano.
Já entre 2003 e 2008, a redução por ano, em média, subiu para 2,1%. Já a pobreza absoluta se refere a quem recebe até meio salário mínimo per capita ao mês. Esse indicador também vem caindo: 0.9% ao ano, entre 1995 e 2008, e 3,1% ao ano, entre 2003 e 2008.
De acordo com o Ipea, o Brasil vem apresentando ainda redução na desigualdade de renda, com queda de 1% no período de 1995 a 2000 e de 4,5% entre 2000 e 2005. “Se projetados os melhores desempenhos brasileiros alcançados recentemente em termos de diminuição da pobreza e da desigualdade para o ano de 2016, o resultado seria um quadro social muito positivo. O Brasil pode praticamente superar o problema de pobreza extrema, assim como alcançar uma taxa nacional de pobreza absoluta de apenas 4%, o que significa quase sua erradicação", diz trecho do estudo.
G1 São Paulo
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Companhia de Santos Reis encerra peregrinação
A Companhia de Santos Reis da Vila Formosa iniciou o dia de sábado (09) com uma grade de programação especial para marcar a festa de encerramento da peregrinação que o grupo fazia desde o final de outubro do ano passado.
A festa de chegada se deu no Clube Paranazinho, com almoço para os foliões e a comunidade, além de outros eventos previstos para todo o dia.
Na parte da manhã, a Companhia visitou residências nos bairros Maria Antonia Prado e Vila Formosa, com suas cantorias, instrumentos e fantasias. Entre as casas visitadas dos bairros da zona norte da cidade, a casa do vereador Izídio de Brito Correia (PT) foi uma das contempladas.
Izídio contou que há 18 anos, a Companhia é recebida por sua família e que para ele, a ocasião proporciona belas lembranças. “Até os 18 anos vivi na roça e lá, via muito disso. Agora ao receber a Companhia em casa, relembro aquela época e sinto muita saudade.”
A esposa de Izídio, Kátia Cristina, confessou que passou a admirar a Companhia somente depois de casada, pois, por pertencer a uma família de outra religião, a oportunidade nunca pôde ser aproveitada antes. “Acho muito interessante a Companhia e até o canto deles. É algo sagrado que não deixa a cultura morrer.”
Os foliões cantaram e tocaram instrumentos especialmente decorados para a ocasião e agradeceram a recepção dada pela família de Izídio. “É uma honra receber aqui em casa um grupo de tradição rural que sobrevive na área urbana até os dias de hoje”, disse o vereador.
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Diário de Sorocaba
A festa de chegada se deu no Clube Paranazinho, com almoço para os foliões e a comunidade, além de outros eventos previstos para todo o dia.
Na parte da manhã, a Companhia visitou residências nos bairros Maria Antonia Prado e Vila Formosa, com suas cantorias, instrumentos e fantasias. Entre as casas visitadas dos bairros da zona norte da cidade, a casa do vereador Izídio de Brito Correia (PT) foi uma das contempladas.
Izídio contou que há 18 anos, a Companhia é recebida por sua família e que para ele, a ocasião proporciona belas lembranças. “Até os 18 anos vivi na roça e lá, via muito disso. Agora ao receber a Companhia em casa, relembro aquela época e sinto muita saudade.”
A esposa de Izídio, Kátia Cristina, confessou que passou a admirar a Companhia somente depois de casada, pois, por pertencer a uma família de outra religião, a oportunidade nunca pôde ser aproveitada antes. “Acho muito interessante a Companhia e até o canto deles. É algo sagrado que não deixa a cultura morrer.”
Os foliões cantaram e tocaram instrumentos especialmente decorados para a ocasião e agradeceram a recepção dada pela família de Izídio. “É uma honra receber aqui em casa um grupo de tradição rural que sobrevive na área urbana até os dias de hoje”, disse o vereador.
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